Brincar, brincar....
Brincar, brincar e brincar, este deve ser o verbo usado constantemente para definir o que as crianças precisam, além, claro, da satisfação das necessidades básicas.
Se não fosse assim, criança nasceria adulto, brinquedo seria bibelô, aprendizagem seria condicionamento.
Se não fosse assim, criança nasceria adulto, brinquedo seria bibelô, aprendizagem seria condicionamento.
Então, neste sentido, vamos pensar: quando a criança ganha um brinquedo e a família diz - "vamos colocá-lo na estante para não estragar" - está transformando a criança em adulto e o brinquedo em bibelô, de porcelana branca, inquebrável!
Como os pequenos aprendem depende da forma como são estimulados para isso. Brincar não tem idade e por isso mesmo não vale dizer que não sabe fazê-lo com as crianças porque é adulto ou já passou da idade.
Sentar no chão com elas (apesar da artrite), jogar bola, pular corda, jogar amarelinha, se divertir com um pega-pega ou esconde-esconde garante boas risadas e desenvolve várias habilidades, conceitos e conhecimentos.
Mas, mesmo usando estas brincadeiras tradicionais, invente, crie, reinvente. Lembre-se das coisas que você fazia quando era apenas um(a) garotinho(a), como construir brinquedos com chuchu, batata, latas, garrafas, papelão, lã, linha....Ah! por falar nisso, que tal fazer pipa e soltar com seus anjinhos.
Não limite a imaginação com coisas prontas, oferecendo um conhecimento supérfluo, através de apostilas que não estão relacionadas com a vida real. Ofereça livros coloridos, que possam ser explorados, experimentados tanto no tato, como no paladar (criança adora por tudo na boca) e que sejam visualmente chamativos. Empreste-os para as crianças levarem para casa e assim leiam com os pais e permita que elas contem na roda da leitura o que mais gostaram da história, lembrando dos fatos apresentados, deixando que se divirtam com as figuras e os textos.
Ufa! Só de pensar em tanto brincar já preciso descansar um pouquinho e recarregar as energias para as próximas brincadeiras.
Abraços a todos os que ainda guardam a sua criança em sua alma
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